
Tem pessoas que acham um absurdo se pagar tanto por comida, "faço em casa e sai menos da metade do preço", cada um pensa o que quer, eu prefiro pagar pelo atendimento, pelo lugar, pelo conforto e o serviço. Por esse motivo também sou altamente crítica com serviço de restaurantes e bares, quando é preciso agradecer ao chef, o faço pessoalmente, e quando é preciso criticar o serviço, também não deixo por menos.
Na minha próxima visita a São Paulo quero ir ao D.O.M, restaurante do chef Alex Atala, este que por sinal, junto com Fasano (comandado pelo chef italiano Salvatore Loi) foram considerados os melhores restaurantes do país, em pesquisa recente. Mas claro, não deixarei de passar pelo Outback também.
Se minha poupança estivesse recheada com R$ 700.000,00 certamente o dinheiro já teria uma destinação certa, uma franquia Outback, talvez em Floripapólis. Curioso inclusive, que a rede americana de comidas e lanches ao estilo australiano não tenha chego a uma das capitais mais rica (e com mais ricos) do país.
Seu ambiente sempre aconchegante que nos remete a um bar/lanchonete/restaurante no melhor estilo Crocodilo dundee, Outback nos reserva as delicias de pratos generosos e suculentos, como seus filés T-Bone, aqueles típicos de desenhos animados, com o ossão redondo no meio ou do lado, suas batatas fritas homéricas, o pãozinho de couvert com a manteiga espumante, os sanduiches gigantes, e nada como um delicioso Thunder e seu chantilly abundante pra arrematar.
Não é barato, seu público é sim elitista e selecionado, mas é exatamente isso que buscaria como empresária, e certamente, o lucro viria rápido.
Site oficial Outback

Foto: Cia. de Foto/Folha Imagem
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